Sobre

Feito por quem vive licitação desde 2007

O MAIS EMPENHO nasceu de quase duas décadas de licitação, vividas primeiro dentro da Administração Pública e depois do lado de quem vende ao governo.

Quem está por trás

Wandir Leite Filho, fundador do MAIS EMPENHO

Comecei a trabalhar com licitação em 2007, como servidor público efetivo, e passei por órgãos estaduais e federais. Primeiro, elaborando termos: contratos, aditivos, apostilas e atas. Depois, analisando editais para aprová-los ou devolvê-los para correção. Por fim, analisando requerimentos complexos, como os pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro.

Foi ali que aprendi o que faz um pedido ser deferido ou indeferido, e o quanto custa para uma empresa perder um prazo ou não saber o saldo da própria ata.

Os dois lados do balcão

Em 2021, me tornei empreendedor e comecei a participar de licitações. Passei a viver o outro lado: ganhar o pregão, receber o empenho, entregar no prazo, cobrar o pagamento, pedir reajuste.

E senti na prática o que faltava: comunicação entre quem cuida de cada etapa, controle sobre o que foi contratado e dados na palma da mão. As ferramentas do mercado ajudavam a encontrar editais. Nenhuma ajudava a gerir o que vem depois da vitória.

Por que criei o MAIS EMPENHO

Inconformado com isso, desenvolvi o MAIS EMPENHO, inicialmente pensado para a minha própria operação. Ele organiza o ciclo inteiro, da oportunidade à entrega: licitações, contratos, atas, empenhos, fornecimentos e requerimentos, com análise de edital por inteligência artificial.

Hoje, o sistema está à disposição de outras empresas que vendem ao governo e querem trocar planilhas e memória por controle e informação.

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